
Flor do Cerrado, aqui traduzida em tramas de bege e caramelo, revela a própria paleta da paisagem que a inspira. O bege lembra a terra clara, ressequida pelo sol, enquanto o caramelo evoca o calor do chão fértil que insiste em gerar vida mesmo sob condições duras.
Na superfície têxtil, as tramas se expandem como pétalas que desdobram camadas de vida. Há um equilíbrio entre rusticidade e sutileza — um pulsar que lembra o horizonte vasto do cerrado, onde a beleza nunca é óbvia, mas sempre profunda. A obra guarda a poesia das coisas que sobrevivem: um florescer que é, ao mesmo tempo, coragem, memória da terra e promessa de continuidade.
Você será direcionado ao WhatsApp, para falar sobre aquisição ou encomenda desta obra.